domingo, 19 de outubro de 2008

Todos nós...


Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

[Uma parte de um poema de Luiz Fernando Veríssimo que me encanta!]


Eu sou covarde em alguns momentos desse meu caminho,tenho que admitir.

A saudade me sufoca,a rotina me incomoda demasiadamente,e algo novo tem que surgir pra me distrair,me tirar do ritmo,pra me dar essa liberdade que eu tanto procuro,pode ser um novo perfume,um novo lugar,uma nova experência,ou mesmo uma nova pessoa com que eu esteja me relacionando .
E posso também chamar de covardia esse medo que me estagna nas horas de decisão,de iniciativas,embora eu lute contra isso,eu sempre vacilo nesses momentos,como por exemplo nos meus romances,eles acabam me fazendo infeliz,e certamente eu sinto algum tipo de prazer com essa infelicidade,como o próprio autor cita: Um romance cuja o fim é indolor não é romance...Seria verdadeira essa citação? Pra eu viver esse sentimento tão excêntrico, eu tenho realmente que sentir o gosto amargo do desprezo,da carência, da falta de percepção,falo tudo isso com convicção,pois eu me vejo sempre enrascada,desordenada,inquieta,encantada,e subjetiva,impressionante!
Sei perdoar...Com todas as minhas forças,isso é frequente,eu sempre perdoo,e nem preciso de estímulo pra isso,é pá pum,não guardo mágoas por muito tempo,e isso me faz fraca,até porque essa facilidade de esquecer o que ocorreu,é o medo de perder quem muitas das vezes nos faz mal... E fracassar é mais difícil,acho que pra todos nós. Gastemos então mais horas controlando essa mania de esperar no ponto,fazendo com que as oportunidades cheguem cada vez mais perto,e quando elas estiverem nas mãos,agarremos com todas as forças e façamos um bom uso delas!
Ah,claro,já ia me esquecendo...Quase morro por algumas pessoas,isso seria fixação ?


Cada coisa é uma palavra .

Minha foto
Rio de Janeiro, Rj, Brazil
Não tenho nenhuma pretensão de ser escritora,nem mesmo de faturar milhões com aquilo que coloco no papel,apenas gostaria de dividir com alguns aquilo que penso...